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	<title>Quarto do Juninho</title>
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	<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 20:21:37 +0000</pubDate>
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		<title>Correria típica de quinta-feira</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2009/03/13/correria-tipica-de-quinta-feira/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 20:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Galera... hoje tá bem complicado por causa do fechamento do jornal.
<div>Estou realmente muito cansado por dormir vários dias seguidos tarde.</div>
<div>Amanhã irei postar aqui um material muito legal sobre Tipografia.</div>
<div>Muito interessante pra quem curte design gráfico.</div>
<br />
<div>Abraçosss</div>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Galera&#8230; hoje tá bem complicado por causa do fechamento do jornal.</p>
<div>Estou realmente muito cansado por dormir vários dias seguidos tarde.</div>
<div>Amanhã irei postar aqui um material muito legal sobre Tipografia.</div>
<div>Muito interessante pra quem curte design gráfico.</div>
<p></p>
<div>Abraçosss</div>
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		<title>Tirando os paranhos&#8230; e com estilo</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2009/03/12/tirando-os-paranhos-e-com-estilo/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2009/03/12/tirando-os-paranhos-e-com-estilo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 00:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Salve galera... depois de muito tempo, resolvi tirar os paranhos disso aqui.
<div>Às vezes sinto saudade de escrever um pouco algo que não seja diretamente relacionado ao jornalismo.</div>
<div>Então resolvi escrever sobre algo que eu curto muito e que, há muitos tempo, não tenho escrito nada: design.&#160;</div>
<div>O que posto agora eu acompanhei primeiro pelo site <a href="http://www.caligrafitti.com.br" target="_blank" title="Super site dos designers da Rede Globo">www.caligraffiti.com.br</a>&#160;e fiquei virtualmente fascinado. É um trabalho de 4 bons (ótimos!!!) designers gráficos que refazem uma das grandes cenas do filme "O resgate do soldado Ryan". Detalhe: foram gastos milhões de dólares para produzir a cena original.</div>
<div>Vejam, e babem!!!!!!</div>
<div><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WRS9cpOMYv0&#38;hl=pt-br&#38;fs=1&#38;color1=0x5d1719&#38;color2=0xcd311b" />
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<div><span class="-img"><br /></span></div>
<div>Então é isso... amanhã posto algo diferente. Prometo!<br /></div>
<div>Um abraçoooo..<br /></div>

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			<content:encoded><![CDATA[<div>Salve galera&#8230; depois de muito tempo, resolvi tirar os paranhos disso aqui.</p>
<div>Às vezes sinto saudade de escrever um pouco algo que não seja diretamente relacionado ao jornalismo.</div>
<div>Então resolvi escrever sobre algo que eu curto muito e que, há muitos tempo, não tenho escrito nada: design.&#160;</div>
<div>O que posto agora eu acompanhei primeiro pelo site <a href="http://www.caligrafitti.com.br" target="_blank" title="Super site dos designers da Rede Globo">www.caligraffiti.com.br</a>&#160;e fiquei virtualmente fascinado. É um trabalho de 4 bons (ótimos!!!) designers gráficos que refazem uma das grandes cenas do filme &#8220;O resgate do soldado Ryan&#8221;. Detalhe: foram gastos milhões de dólares para produzir a cena original.</div>
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<div>Então é isso&#8230; amanhã posto algo diferente. Prometo!</div>
<div>Um abraçoooo..</div>
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		<title>De Londres à Valle di Cadore: a última aventura</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/10/17/de-londres-a-valle-di-cadore-a-ultima-aventura/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/10/17/de-londres-a-valle-di-cadore-a-ultima-aventura/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 16:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal">A viagem pela região do Vêneto esteve entre as melhores coisas que eu tive a oportunidade de fazer. E não foi apenas porque a Itália é maravilhosa, cheia de lindas histórias e belas igrejas e castelos. Mas porque estar lá me proporcionou a possibilidade de reencontra grandes amigos que residem e trabalham na Europa. O primeiro que tive a oportunidade de encontrar o Danilo Calegari. Estudamos juntos quase a vida inteira em Içara e na maior parte do tempo tínhamos objetivos em comum. Então passar uma tarde conversando com ele num dos diversos cafés existentes no centro de Verona, circundados por prédios históricos – como o palacete da família que abrigou Dante Alighieri, quando este era perseguido em Florença – foi uma experiência sem preço.</p>
<p class="MsoNormal">Verona é a província que detém grande parte dos brasileiros da região carbonífera. Muitos dos jovens que estavam no grupo comigo também marcaram para encontrar pessoas conhecidas e parentes por lá.</p>
<p class="MsoNormal">Em Bassano Del Grappa, uma das cidades mais charmosas e com uma das mais belas histórias, entre as cidades que visitamos, nos encontramos novamente. Dessa vez porque ele iria me acompanhar até o Aeroporto de Treviso. De lá eu seguiria sozinho para Londres, onde reencontraria outros grandes amigos, que há muito não via. O mais interessante nessas aventuras individuais é que nós acabamos sempre conhecendo gente nova, com uma infinidade de histórias emocionantes, durante o percurso. Ainda no aeroporto, conheci uma ítalo-inglesa, chamada Danielle, que, como eu, visitava a região de seus antepassados.</p>
<p class="MsoNormal">Meus amigos Ulisses Xavier e Diego Dagostim me aguardavam no aeroporto. No caminho para a casa do primeiro, paramos para encontrar com uma outra pessoa muito especial que passaria o final de semana com a gente, Roberta Novelli. Ela vinha de Oxford, quase 2 horas distante da capital inglesa.</p>
<p class="MsoNormal">Londres é uma cidade única. Como Veneza, que eu havia visitado dias antes. Mas mesmo assim, era diferente. Por lá chove grande parte do ano. E faz frio também. Nos encontramos no sábado a tarde com um grupo maior de brasileiros, entre eles: Fred Matiola, André “Loko” Felisberto e meu primo Álvaro De Luca Borges. O local era um pub num iate, de frente para a London Eye, que por muitos anos foi a maior roda gigante do mundo. Jogamos muita conversa fora, claro. Foi tudo maravilhoso.</p>
<p class="MsoNormal">Mas nesses três dias pude viver a vida dos brasileiros que vão para fora. E posso assegurar com certeza que existem dois modos de tocar a vida por lá: o primeiro é viver normalmente, com gastos, moradia apenas para a família, carro, trabalho, rancho mensal, escolas. Porém, não se guarda nada. Nesse modo, você tem uma ótima qualidade de vida. Muito acima do que seria possível no Brasil. Mas isso é válido para quem não pensa mais em retornar. O segundo modo é trabalhar para arrecadar dinheiro e oportunizar uma vida melhor aos familiares no Brasil. Esse pessoal economiza até centavos de libra quando possível. Vivem em várias pessoas numa mesma casa. Trabalham muito e vive em condições piores. É uma vida bem mais difícil. Até mesmo quando comparada à que tinham no Brasil.</p>
<p class="MsoNormal">Enfim, na madrugada de domingo para segunda, após uma visita em outro Pub e um excelente jantar no restaurante onde o Diego é caixa, fui ao aeroporto. Centenas de pessoas se amontoavam pelo chão, dormindo, aguardando o horário dos vôos. Eu fiz o mesmo. Meu vôo partia apenas às 6h30 da manhã.</p>
<p class="MsoNormal">No avião aproveitei para tirar um cochilo. Quando acordei já sobrevoávamos os Alpes e o dia estava lindo. Foi uma visão impressionante. Ao aterrissar em Treviso, dessa vez sem o Danilo para me auxiliar, tive que me virar para conseguir um ônibus até a estação ferroviária. E até que me sai bem. Tomei gosto pela coisa. Vi como, ao contrário do que eu ouvia falar no Brasil, os italianos são simpáticos e receptivos. Na estação ferroviária descobri que o trem para Belluno, onde eu reencontraria meu grupo, saia apenas as 16h. E eram 9h30 da manhã! Com o auxílio de um italiano, xeretei na máquina de tickets e observei que se eu pegasse um ônibus até Montebelluna, uma pequena cidade à 30 km de onde eu estava, e de lá pegasse um trem, chegaria ao meu destino às 13h30. Foi o que fiz. Com a ajuda de um casal de idosos de Veneza, que fizeram questão de me levar na parada correta, cheguei à Belluno no horário previsto. Ao chegar, não encontrei minha programação com o nome do hotel. Fui à uma Lan House para imprimir uma nova via.</p>
<p class="MsoNormal">Para a tristeza de meus pés, vi que o Hotel Bel Sit, ficava na Província de Belluno, mas na cidade de Valle di Cadore. Isso dava mais uma hora de ônibus Alpes acima. E o ônibus que partia de Belluno ia apenas à Tai di Cadore, uma cidade vizinha. Sem opção, embarquei.</p>
<p class="MsoNormal">Os passageiros, todos muito solícitos e simpáticos, me auxiliaram no local. Eram 17h e estava ventando muito. O frio era intenso. Coisa de 8 graus negativos. Faltava ainda uma hora para o ultimo ônibus – que me levaria a Valle di Cadore – chegasse. “Vou congelar se ficar aqui todo esse tempo”, lembro de ter pensado. Com informações das demais pessoas na parada, descobri que Valle ficava a apenas 4 quilômetros na mesma estrada. Decidi ir andando para esquentar. Meu celular estava sem bateria e as casas de comércio iam fechando as portas. No caminho para Valle encontrei o hotel. Cheguei ainda antes do grupo, que estava em Longarone. Fiz o registro e tomei um merecido banho de banheira. Apesar da dificuldade de fazer o trajeto sozinho sorri orgulhoso e não tive dúvidas: “Foi o melhor trecho da viagem”.</p>
<!--EndFragment-->
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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="MsoNormal">A viagem pela região do Vêneto esteve entre as melhores coisas que eu tive a oportunidade de fazer. E não foi apenas porque a Itália é maravilhosa, cheia de lindas histórias e belas igrejas e castelos. Mas porque estar lá me proporcionou a possibilidade de reencontra grandes amigos que residem e trabalham na Europa. O primeiro que tive a oportunidade de encontrar o Danilo Calegari. Estudamos juntos quase a vida inteira em Içara e na maior parte do tempo tínhamos objetivos em comum. Então passar uma tarde conversando com ele num dos diversos cafés existentes no centro de Verona, circundados por prédios históricos – como o palacete da família que abrigou Dante Alighieri, quando este era perseguido em Florença – foi uma experiência sem preço.</p>
<p class="MsoNormal">Verona é a província que detém grande parte dos brasileiros da região carbonífera. Muitos dos jovens que estavam no grupo comigo também marcaram para encontrar pessoas conhecidas e parentes por lá.</p>
<p class="MsoNormal">Em Bassano Del Grappa, uma das cidades mais charmosas e com uma das mais belas histórias, entre as cidades que visitamos, nos encontramos novamente. Dessa vez porque ele iria me acompanhar até o Aeroporto de Treviso. De lá eu seguiria sozinho para Londres, onde reencontraria outros grandes amigos, que há muito não via. O mais interessante nessas aventuras individuais é que nós acabamos sempre conhecendo gente nova, com uma infinidade de histórias emocionantes, durante o percurso. Ainda no aeroporto, conheci uma ítalo-inglesa, chamada Danielle, que, como eu, visitava a região de seus antepassados.</p>
<p class="MsoNormal">Meus amigos Ulisses Xavier e Diego Dagostim me aguardavam no aeroporto. No caminho para a casa do primeiro, paramos para encontrar com uma outra pessoa muito especial que passaria o final de semana com a gente, Roberta Novelli. Ela vinha de Oxford, quase 2 horas distante da capital inglesa.</p>
<p class="MsoNormal">Londres é uma cidade única. Como Veneza, que eu havia visitado dias antes. Mas mesmo assim, era diferente. Por lá chove grande parte do ano. E faz frio também. Nos encontramos no sábado a tarde com um grupo maior de brasileiros, entre eles: Fred Matiola, André “Loko” Felisberto e meu primo Álvaro De Luca Borges. O local era um pub num iate, de frente para a London Eye, que por muitos anos foi a maior roda gigante do mundo. Jogamos muita conversa fora, claro. Foi tudo maravilhoso.</p>
<p class="MsoNormal">Mas nesses três dias pude viver a vida dos brasileiros que vão para fora. E posso assegurar com certeza que existem dois modos de tocar a vida por lá: o primeiro é viver normalmente, com gastos, moradia apenas para a família, carro, trabalho, rancho mensal, escolas. Porém, não se guarda nada. Nesse modo, você tem uma ótima qualidade de vida. Muito acima do que seria possível no Brasil. Mas isso é válido para quem não pensa mais em retornar. O segundo modo é trabalhar para arrecadar dinheiro e oportunizar uma vida melhor aos familiares no Brasil. Esse pessoal economiza até centavos de libra quando possível. Vivem em várias pessoas numa mesma casa. Trabalham muito e vive em condições piores. É uma vida bem mais difícil. Até mesmo quando comparada à que tinham no Brasil.</p>
<p class="MsoNormal">Enfim, na madrugada de domingo para segunda, após uma visita em outro Pub e um excelente jantar no restaurante onde o Diego é caixa, fui ao aeroporto. Centenas de pessoas se amontoavam pelo chão, dormindo, aguardando o horário dos vôos. Eu fiz o mesmo. Meu vôo partia apenas às 6h30 da manhã.</p>
<p class="MsoNormal">No avião aproveitei para tirar um cochilo. Quando acordei já sobrevoávamos os Alpes e o dia estava lindo. Foi uma visão impressionante. Ao aterrissar em Treviso, dessa vez sem o Danilo para me auxiliar, tive que me virar para conseguir um ônibus até a estação ferroviária. E até que me sai bem. Tomei gosto pela coisa. Vi como, ao contrário do que eu ouvia falar no Brasil, os italianos são simpáticos e receptivos. Na estação ferroviária descobri que o trem para Belluno, onde eu reencontraria meu grupo, saia apenas as 16h. E eram 9h30 da manhã! Com o auxílio de um italiano, xeretei na máquina de tickets e observei que se eu pegasse um ônibus até Montebelluna, uma pequena cidade à 30 km de onde eu estava, e de lá pegasse um trem, chegaria ao meu destino às 13h30. Foi o que fiz. Com a ajuda de um casal de idosos de Veneza, que fizeram questão de me levar na parada correta, cheguei à Belluno no horário previsto. Ao chegar, não encontrei minha programação com o nome do hotel. Fui à uma Lan House para imprimir uma nova via.</p>
<p class="MsoNormal">Para a tristeza de meus pés, vi que o Hotel Bel Sit, ficava na Província de Belluno, mas na cidade de Valle di Cadore. Isso dava mais uma hora de ônibus Alpes acima. E o ônibus que partia de Belluno ia apenas à Tai di Cadore, uma cidade vizinha. Sem opção, embarquei.</p>
<p class="MsoNormal">Os passageiros, todos muito solícitos e simpáticos, me auxiliaram no local. Eram 17h e estava ventando muito. O frio era intenso. Coisa de 8 graus negativos. Faltava ainda uma hora para o ultimo ônibus – que me levaria a Valle di Cadore – chegasse. “Vou congelar se ficar aqui todo esse tempo”, lembro de ter pensado. Com informações das demais pessoas na parada, descobri que Valle ficava a apenas 4 quilômetros na mesma estrada. Decidi ir andando para esquentar. Meu celular estava sem bateria e as casas de comércio iam fechando as portas. No caminho para Valle encontrei o hotel. Cheguei ainda antes do grupo, que estava em Longarone. Fiz o registro e tomei um merecido banho de banheira. Apesar da dificuldade de fazer o trajeto sozinho sorri orgulhoso e não tive dúvidas: “Foi o melhor trecho da viagem”.</p>
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		</item>
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		<title>Sexta a noite - Sabado pela manha</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/10/01/sexta-a-noite-sabado-pela-manha/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/10/01/sexta-a-noite-sabado-pela-manha/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 22:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>O ritmo das reunioes e passeios pela regiao do veneto nao me permitem atualizar o blog todos os dias. Eh muita coisa para ser vista. Cada cidade parece ter uma historia tao grande quanto a do Brasil. Mas ao andar pelas autovias, pude perceber que o novo simbolo da Italia, com certeza, eh a grua. A visao desses guindastes gigantes prolifera-se por todas as belas paisagens, num processo acelerado de verticalizacao. Claro... tudo muito longe dos centros historicos.</p>
<p>Na sexta-feira, apos aquele bom descanso, quando atualizei o blog pela ultima vez, fomos ao Teatro Palladio di Fontaniva, onde assistimos a "cena" Arlecchino/Don Giovanni, promovido pela Provincia de Padova. A peça tratava-se de uma comédia muito boa, na qual colocaram-se lado a lado o personagem carnavalesco italiano Arlecchino e Don Giovanni (traducao italiana para Don Juan). Maravilhosa.</p>
<p>Depois, fomos a uma "birreria". Como tudo na Italia, era um local extremamente aconchegante e bem decorado. Lindo. O local estava bastante calmo... até nós chegarmos. cada caneca de chopp tinha um litro e era muito forte. Depois de umas quatro dessas descobrimos que um dos garçons, italiano nato, tinha uma banda de Samba. Pagamos pra ver (no sentido conotativo, claro - nao deve ser muito agradavel um italiano cantando samba). Ele deu pra trás. Estava trabalhando. De qualquer forma, a festa estava feita. A outra garçonete, que arrancou suspiros dos integrantes masculinos do grupo, era uma romena muito simpatica e espontanea.</p>
<p>Sábado acordamos cedo e partimos em direcao à Provincia de Verona, com destino a Montecchia di Crosara. Uma cidade muito pequena, calma. Fomos recebidos pelo assessor de cultura (que aqui tem status de secretario), Tonino Calbi, um estereotipo perfeito do italiano: simpatico e conversador. Recebeu-nos com todas as pompas e nos guiou ate a "Chiesa San Salvatore", uma igreja construída ainda pelos romanos e modificada aos poucos ate a forma atual - embora conserve muito do original. Parecia coisa de filme. As inscricoes no marmore faziam-me lembrar dos filmes do Indiana Jones, sempre em busca de um novo mistério, uma nova pista do que poderia ter acontecido ali, entre 800 e 1100 dC, quando acredita-se que tenha sido construida. Havia uma reproducao em minuatira da Pieta e no chao da cripta, o tumulo de uma importante figura do seculo XVIII.</p>
<p>De la, fomos ao Museo Dei Fossili di Bolca. Nada muito surpreendente, exceto pelo fato de que uma cidade pouco maior que Cocal do Sul, tenha um museu tao bem preparado e legal. Muito instrutivo e pedagógico. E partimos novamente a Montecchia para sermos recebidos pelo sindaco (prefeito da comune), Giuseppe Cavazza. Feitas as apresentacoes e oficializado o encontro, ele solicitou ao assessori "Toni", que nos acompanhasse durante o roteiro da regiao</p>
<p>Ainda não era nem meio dia de sábado.</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O ritmo das reunioes e passeios pela regiao do veneto nao me permitem atualizar o blog todos os dias. Eh muita coisa para ser vista. Cada cidade parece ter uma historia tao grande quanto a do Brasil. Mas ao andar pelas autovias, pude perceber que o novo simbolo da Italia, com certeza, eh a grua. A visao desses guindastes gigantes prolifera-se por todas as belas paisagens, num processo acelerado de verticalizacao. Claro&#8230; tudo muito longe dos centros historicos.</p>
<p>Na sexta-feira, apos aquele bom descanso, quando atualizei o blog pela ultima vez, fomos ao Teatro Palladio di Fontaniva, onde assistimos a &#8220;cena&#8221; Arlecchino/Don Giovanni, promovido pela Provincia de Padova. A peça tratava-se de uma comédia muito boa, na qual colocaram-se lado a lado o personagem carnavalesco italiano Arlecchino e Don Giovanni (traducao italiana para Don Juan). Maravilhosa.</p>
<p>Depois, fomos a uma &#8220;birreria&#8221;. Como tudo na Italia, era um local extremamente aconchegante e bem decorado. Lindo. O local estava bastante calmo&#8230; até nós chegarmos. cada caneca de chopp tinha um litro e era muito forte. Depois de umas quatro dessas descobrimos que um dos garçons, italiano nato, tinha uma banda de Samba. Pagamos pra ver (no sentido conotativo, claro - nao deve ser muito agradavel um italiano cantando samba). Ele deu pra trás. Estava trabalhando. De qualquer forma, a festa estava feita. A outra garçonete, que arrancou suspiros dos integrantes masculinos do grupo, era uma romena muito simpatica e espontanea.</p>
<p>Sábado acordamos cedo e partimos em direcao à Provincia de Verona, com destino a Montecchia di Crosara. Uma cidade muito pequena, calma. Fomos recebidos pelo assessor de cultura (que aqui tem status de secretario), Tonino Calbi, um estereotipo perfeito do italiano: simpatico e conversador. Recebeu-nos com todas as pompas e nos guiou ate a &#8220;Chiesa San Salvatore&#8221;, uma igreja construída ainda pelos romanos e modificada aos poucos ate a forma atual - embora conserve muito do original. Parecia coisa de filme. As inscricoes no marmore faziam-me lembrar dos filmes do Indiana Jones, sempre em busca de um novo mistério, uma nova pista do que poderia ter acontecido ali, entre 800 e 1100 dC, quando acredita-se que tenha sido construida. Havia uma reproducao em minuatira da Pieta e no chao da cripta, o tumulo de uma importante figura do seculo XVIII.</p>
<p>De la, fomos ao Museo Dei Fossili di Bolca. Nada muito surpreendente, exceto pelo fato de que uma cidade pouco maior que Cocal do Sul, tenha um museu tao bem preparado e legal. Muito instrutivo e pedagógico. E partimos novamente a Montecchia para sermos recebidos pelo sindaco (prefeito da comune), Giuseppe Cavazza. Feitas as apresentacoes e oficializado o encontro, ele solicitou ao assessori &#8220;Toni&#8221;, que nos acompanhasse durante o roteiro da regiao</p>
<p>Ainda não era nem meio dia de sábado.</p>
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		<title>Viagem muito cansativa</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/26/viagem-muito-cansativa/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/26/viagem-muito-cansativa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 09:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Entao chegamos a Padova. Como voces podem ver, nao estou colocando pontuacao nenhuma. Os teclados daqui sao totalmente diferentes. A viagem foi extremamente cansativa. Foram 5h30min esperando a conexao em&#160;Guarulhos, mais 11h de voo ate Milano e mis 4h de deslocamento ate Padova, onde estou agora. Alguns poucos conseguiram dormir no aviao, apesar as turbulencias, outros dormiram no onibus, ja bem mais tranquilo. Eu, claro, nao dormi ainda desde a 00h de quinta-feira. No aviao porque ainda estava na empolgacao com o grupo. A base de muito vinho e muita conversa com a tripulacao da Alitalia, conseguimos ficar bem alegres. Ao ponto de eu puxar Siamo Partiti em pleno voo e todo mundo acompanhar. Foi muito legal. Quase todos no aviao acompanharam. Fora isso, restou a percepcao de que a Italia realmente se tornou um novo Estados Unidos. Peruanos, uruguaios, paulistas... todos em busca de uma vida melhor. Lembrei daqueles onibus de muambeiros que iam ao Paraguai buscar quinquilharias. O detalhe era que todos os acentos tinham uma edicao do La Republica, principal jornal da Italia, que trazia justamente a manchete "Alitalia: ultimo suspiro"... Caso muito parecido com o Varig, cuja estrutura foi sendo&#160;corroida por acoes trabalhistas promovidas pelo sindicato.<br />
No caminho, as estradas lembravam muito as da Grande Sao Paulo: sempre pelo menos duas pistas, sem buracos... mas sempre muito bem sinalizadas. Aqui voce e multado pela sinalizacao eletronica se dirigir muito devagar (menos da metade da velocidade indicada).<br />
O que tambem chamou a atencao foi o fato de nao haver absolutamente nenhum motoqueiro nas rodovias... eles existem apenas nas areas urbanas. E todos os carros sao novos. Na paisagem, castelos, monasterios, catedrais e templos antigos fazem a gente lembrar que, apesar da tecnologia e da qualidade das estradas, ainda estamos na Italia, e aqui, a historia caminha com a gente.<br />
Padova eh uma cidade pouco maior que Criciuma, mas muito mais organizada. Eh o centro logistico do Veneto, de onde saem ferrovias e autoestradas para as demais provincias da regiao. Ha uma grande quantidade de predios antigos e etnias do mundo todo. Arabes, indianos, senegaleses, mocambicanos...<br />
Agora vou indo que o tempo esta se esgotando.<br />
Apenas a titulo de curiosidade... a meia hora que utilizei pra escrever o post anterior custou a bagatela de R$ 9,90 no aeroporto de Guarulhos =P<br />
<br />
Abracos e muitas saudades de todos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Entao chegamos a Padova. Como voces podem ver, nao estou colocando pontuacao nenhuma. Os teclados daqui sao totalmente diferentes. A viagem foi extremamente cansativa. Foram 5h30min esperando a conexao em&#160;Guarulhos, mais 11h de voo ate Milano e mis 4h de deslocamento ate Padova, onde estou agora. Alguns poucos conseguiram dormir no aviao, apesar as turbulencias, outros dormiram no onibus, ja bem mais tranquilo. Eu, claro, nao dormi ainda desde a 00h de quinta-feira. No aviao porque ainda estava na empolgacao com o grupo. A base de muito vinho e muita conversa com a tripulacao da Alitalia, conseguimos ficar bem alegres. Ao ponto de eu puxar Siamo Partiti em pleno voo e todo mundo acompanhar. Foi muito legal. Quase todos no aviao acompanharam. Fora isso, restou a percepcao de que a Italia realmente se tornou um novo Estados Unidos. Peruanos, uruguaios, paulistas&#8230; todos em busca de uma vida melhor. Lembrei daqueles onibus de muambeiros que iam ao Paraguai buscar quinquilharias. O detalhe era que todos os acentos tinham uma edicao do La Republica, principal jornal da Italia, que trazia justamente a manchete &#8220;Alitalia: ultimo suspiro&#8221;&#8230; Caso muito parecido com o Varig, cuja estrutura foi sendo&#160;corroida por acoes trabalhistas promovidas pelo sindicato.<br />
No caminho, as estradas lembravam muito as da Grande Sao Paulo: sempre pelo menos duas pistas, sem buracos&#8230; mas sempre muito bem sinalizadas. Aqui voce e multado pela sinalizacao eletronica se dirigir muito devagar (menos da metade da velocidade indicada).<br />
O que tambem chamou a atencao foi o fato de nao haver absolutamente nenhum motoqueiro nas rodovias&#8230; eles existem apenas nas areas urbanas. E todos os carros sao novos. Na paisagem, castelos, monasterios, catedrais e templos antigos fazem a gente lembrar que, apesar da tecnologia e da qualidade das estradas, ainda estamos na Italia, e aqui, a historia caminha com a gente.<br />
Padova eh uma cidade pouco maior que Criciuma, mas muito mais organizada. Eh o centro logistico do Veneto, de onde saem ferrovias e autoestradas para as demais provincias da regiao. Ha uma grande quantidade de predios antigos e etnias do mundo todo. Arabes, indianos, senegaleses, mocambicanos&#8230;<br />
Agora vou indo que o tempo esta se esgotando.<br />
Apenas a titulo de curiosidade&#8230; a meia hora que utilizei pra escrever o post anterior custou a bagatela de R$ 9,90 no aeroporto de Guarulhos =P</p>
<p>Abracos e muitas saudades de todos.
</p></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Então começou&#8230;.</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/25/entao-comecou/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/25/entao-comecou/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 09:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Saímos ontem a noite, madrugada de quarta para quinta-feira da frente do Posto Tigre. Chegamos cedo demais. Coincidentemente o Rafa Bacis apareceu lá com a Carlinha. Demos uma volta enquanto o restante do grupo não chegava. A viagem foi tranqüila, porque não havia nenhum trânsito na BR 101.<br />
Passamos grande parte da viagem conversando sobre os assuntos mais variados. No fundão do micro, claro, onde eu sentava, ninguém queria saber de dormir. Na frente o pessoal estava mais sossegado. Todos parecem bem entrosados. Descobri um quase primo meu entre o pessoal.<br />
Chegamos ao Aeroporto e fizemos logo o check-in. Meu primo me esperava com alguns pacotes para um amigo em Pádova. Fiquei feliz em ver ele. Apesar da certa distância, a gente sempre se deu super bem. Em seguida fomos tomar um café. E já era hora do embarque para São Paulo.<br />
Na fila para o Raio-X, problema no meu ticket de embarque. Dá-lhe correr ao guichê da TAM pra arrumar. Depois de algum stress meu e da Ana, resolvemos tudo. Corre novamente para a fila.<br />
Agora, problemas no Raio-X... não com a mala... comigo! Tudo por conta da fivela da minha cinta.<br />
Dessa vez, o pessoal resolveu rápido e foi super gentil.<br />
Fomos para o avião e começaram os agitos. Galera trocando de lugar para bater papo melhor... pessoal gritando. Muito divertido. O céu nascendo por cima das nuvens é uma visão maravilhosa. Principalmente para alguns do grupo que nunca haviam viajado.<br />
Nosso vôo para Milão parte as 15h. As 13h começa o check-in dos vôos internacionais. Até lá temos tempo livre.<br />
Agora vou voltar para o grupo.<br />
Amanhã, já em Pádova, tentarei entrar novamente.<br />
Saudades de todos.<br />
<br />
Juninho
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Saímos ontem a noite, madrugada de quarta para quinta-feira da frente do Posto Tigre. Chegamos cedo demais. Coincidentemente o Rafa Bacis apareceu lá com a Carlinha. Demos uma volta enquanto o restante do grupo não chegava. A viagem foi tranqüila, porque não havia nenhum trânsito na BR 101.<br />
Passamos grande parte da viagem conversando sobre os assuntos mais variados. No fundão do micro, claro, onde eu sentava, ninguém queria saber de dormir. Na frente o pessoal estava mais sossegado. Todos parecem bem entrosados. Descobri um quase primo meu entre o pessoal.<br />
Chegamos ao Aeroporto e fizemos logo o check-in. Meu primo me esperava com alguns pacotes para um amigo em Pádova. Fiquei feliz em ver ele. Apesar da certa distância, a gente sempre se deu super bem. Em seguida fomos tomar um café. E já era hora do embarque para São Paulo.<br />
Na fila para o Raio-X, problema no meu ticket de embarque. Dá-lhe correr ao guichê da TAM pra arrumar. Depois de algum stress meu e da Ana, resolvemos tudo. Corre novamente para a fila.<br />
Agora, problemas no Raio-X&#8230; não com a mala&#8230; comigo! Tudo por conta da fivela da minha cinta.<br />
Dessa vez, o pessoal resolveu rápido e foi super gentil.<br />
Fomos para o avião e começaram os agitos. Galera trocando de lugar para bater papo melhor&#8230; pessoal gritando. Muito divertido. O céu nascendo por cima das nuvens é uma visão maravilhosa. Principalmente para alguns do grupo que nunca haviam viajado.<br />
Nosso vôo para Milão parte as 15h. As 13h começa o check-in dos vôos internacionais. Até lá temos tempo livre.<br />
Agora vou voltar para o grupo.<br />
Amanhã, já em Pádova, tentarei entrar novamente.<br />
Saudades de todos.</p>
<p>Juninho
</p></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Tá quase&#8230;</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/19/ta-quase/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/19/ta-quase/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 23:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[É isso aí...<br />
Apenas uma semana para a viagem... e a correria só aumenta.<br />
Por isso o tempo prolongado entre um post e outro.<br />
Vamos agora comer alguma coisa que todo mundo do jornal está morto de fome.<br />
<br />
Abraços galera!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>É isso aí&#8230;<br />
Apenas uma semana para a viagem&#8230; e a correria só aumenta.<br />
Por isso o tempo prolongado entre um post e outro.<br />
Vamos agora comer alguma coisa que todo mundo do jornal está morto de fome.</p>
<p>Abraços galera!
</p></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Até que enfim um tempinho pra postar aqui</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/10/ate-que-enfim-um-tempinho-pra-postar-aqui/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/10/ate-que-enfim-um-tempinho-pra-postar-aqui/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 20:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Santo Deus! Esses últimos dias que antecedem minha viagem estão sendo corridos... Não deu nem tempo pra postar mais... principalmente porque o CPD bloqueou o acesso irrestrito do Edinho na net. Então eu não conseguia nem entrar no horário de almoço pra att =P
<div>Mas vamos lá...</div>
<br />
<div>Final de semana foi uma mistura de festa e descanso... nessa ordem, claro!</div>
<div>No sábado a noite, esqueci meu celular na casa do Michels. Eu e o Ando fomos no show do Iriê. Na verdade, confesso que fui mais para ver a apresentação do Viola Roots, do meu camarada Rafa Rosso, que, devido a motivos obscuros, tocou depois da banda Iriê. Que moral, hein, garotos!? A Iriê abrindo o show de vocês hehehehehe.</div>
<br />
<div>De qualquer forma, ambos os shows estavam ótimos. Antes deles, o Rafa levou a gente para conhecer o pessoal da Iriê nos camarins. Galera muito gente boa, da melhor qualidade mesmo! O Ando aproveitou pra trocar umas idéias com o percussionista deles, claro.</div>
<div>Depois do show ainda rolou uma conversa descontraída na saideira.</div>
<br />
<div>Domingo, após o misterioso (risos) blecaute da noite, o negócio foi dar uma passadinha na casa do Maicon Negão. Todo mundo no celular arrumando o que fazer!</div>
<br />
<div>Ontem teve reunião com o pessoal que vai viajar para a Itália comigo. Repassamos o roteiro completo e tiramos algumas dúvidas. Quando estiver completo, posto o roteiro aqui. Claro que eu e a Érica vamos dar uma fugida para Londres nesse meio tempo =)</div>
<br />
<div>Agendamos uma nova reunião pra sábado. Um almoço, na verdade. No Ghellere. Pertence aos pais de uma das meninas que vai viajar também.&#160;Em seguida tive uma outra reunião. Um pouco mais informal e com certeza muito mais proveitosa (risos)</div>
<br />
<div>Amanhã tem mais galera. Tudo de bom para vocês!</div>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Santo Deus! Esses últimos dias que antecedem minha viagem estão sendo corridos&#8230; Não deu nem tempo pra postar mais&#8230; principalmente porque o CPD bloqueou o acesso irrestrito do Edinho na net. Então eu não conseguia nem entrar no horário de almoço pra att =P</p>
<div>Mas vamos lá&#8230;</div>
<p></p>
<div>Final de semana foi uma mistura de festa e descanso&#8230; nessa ordem, claro!</div>
<div>No sábado a noite, esqueci meu celular na casa do Michels. Eu e o Ando fomos no show do Iriê. Na verdade, confesso que fui mais para ver a apresentação do Viola Roots, do meu camarada Rafa Rosso, que, devido a motivos obscuros, tocou depois da banda Iriê. Que moral, hein, garotos!? A Iriê abrindo o show de vocês hehehehehe.</div>
<p></p>
<div>De qualquer forma, ambos os shows estavam ótimos. Antes deles, o Rafa levou a gente para conhecer o pessoal da Iriê nos camarins. Galera muito gente boa, da melhor qualidade mesmo! O Ando aproveitou pra trocar umas idéias com o percussionista deles, claro.</div>
<div>Depois do show ainda rolou uma conversa descontraída na saideira.</div>
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<div>Domingo, após o misterioso (risos) blecaute da noite, o negócio foi dar uma passadinha na casa do Maicon Negão. Todo mundo no celular arrumando o que fazer!</div>
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<div>Ontem teve reunião com o pessoal que vai viajar para a Itália comigo. Repassamos o roteiro completo e tiramos algumas dúvidas. Quando estiver completo, posto o roteiro aqui. Claro que eu e a Érica vamos dar uma fugida para Londres nesse meio tempo =)</div>
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<div>Agendamos uma nova reunião pra sábado. Um almoço, na verdade. No Ghellere. Pertence aos pais de uma das meninas que vai viajar também.&#160;Em seguida tive uma outra reunião. Um pouco mais informal e com certeza muito mais proveitosa (risos)</div>
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<div>Amanhã tem mais galera. Tudo de bom para vocês!</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Ah se eu pudesse apagar os últimos dois dias da agenda</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/05/ah-se-eu-pudesse-apagar-os-ultimos-dois-dias-da-agenda/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/05/ah-se-eu-pudesse-apagar-os-ultimos-dois-dias-da-agenda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Santo Deus... os últimos dois dias foram carregados de brigas e de um clima extremamente pesado. Não foi fácil lidar com a situação. Na verdade não está sendo fácil ainda. A situação só tende a piorar a partir de agora. Mas, de qualquer forma, não podemos deixar que isso estrague o final de semana, certo?
<div>Obrigado a todos que me deram apoio nesses dias. Aos meus sócios Lucas e Filipe, claro. E à Ciça heuheue que fica a margem de tudo com a maior discrição. Valeu galera!</div>
<br />
<div>Abraços. Amanhã tem mais.</div>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Santo Deus&#8230; os últimos dois dias foram carregados de brigas e de um clima extremamente pesado. Não foi fácil lidar com a situação. Na verdade não está sendo fácil ainda. A situação só tende a piorar a partir de agora. Mas, de qualquer forma, não podemos deixar que isso estrague o final de semana, certo?</p>
<div>Obrigado a todos que me deram apoio nesses dias. Aos meus sócios Lucas e Filipe, claro. E à Ciça heuheue que fica a margem de tudo com a maior discrição. Valeu galera!</div>
<p></p>
<div>Abraços. Amanhã tem mais.</div>
</div>
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		<title>Adicionados links ao lado</title>
		<link>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/03/adicionados-links-ao-lado/</link>
		<comments>http://quartodojuninho.blog.com/2008/09/03/adicionados-links-ao-lado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 17:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juninho De Luca</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Na barra lateral, adicionei links de três sites que sâo fundamentais para a galera mais cool e que quer se manter informada de tudo que rola na região.<br />
<br />
<a href="http://www.jornalagoraonline.com.br"><strong>Jornal Agora</strong></a><br />
Site do melhor (sem falsa modéstia ;) jornal da cidade, com matérias exclusivas e vídeos com reportagens complementares, além, claro, da edição semanal do Agora.<br />
<br />
<a href="http://heresialoira.com"><strong>Heresia Loira</strong></a><br />
Ela é linda. Ela é extremamente inteligente. E ela sabe disso. Esse é o blog/site da jornalista July Dacoreggio, que destila sua opinião nem sempre alinhada com o "politicamente correto". Em poucas palavras, ela diz tudo aquilo que queremos dizer, mas temos vergonha (ou medo!)<br />
<br />
<a href="http://www.canalicara.com"><strong>Canal Içara</strong></a><br />
Principal site de notícias da cidade, com a cobertura de eventos e a primeira emissora de webtv da região. Vale a pena conferir o trabalho do jornalista Lucas Lemos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Na barra lateral, adicionei links de três sites que sâo fundamentais para a galera mais cool e que quer se manter informada de tudo que rola na região.</p>
<p><a href="http://www.jornalagoraonline.com.br"><strong>Jornal Agora</strong></a><br />
Site do melhor (sem falsa modéstia <img src='http://c0404242.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/58a2b53ffeaebd4564a33d29c69b3a70' alt=';)' class='wp-smiley' /> jornal da cidade, com matérias exclusivas e vídeos com reportagens complementares, além, claro, da edição semanal do Agora.</p>
<p><a href="http://heresialoira.com"><strong>Heresia Loira</strong></a><br />
Ela é linda. Ela é extremamente inteligente. E ela sabe disso. Esse é o blog/site da jornalista July Dacoreggio, que destila sua opinião nem sempre alinhada com o &#8220;politicamente correto&#8221;. Em poucas palavras, ela diz tudo aquilo que queremos dizer, mas temos vergonha (ou medo!)</p>
<p><a href="http://www.canalicara.com"><strong>Canal Içara</strong></a><br />
Principal site de notícias da cidade, com a cobertura de eventos e a primeira emissora de webtv da região. Vale a pena conferir o trabalho do jornalista Lucas Lemos.
</div>
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